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Permalink Responder até Sisi em 15 setembro 2009 at 16:38
A barreira para sensibilizarmos gestores municipais ainda é enorme, contudo, acredito que o melhor caminho para conseguirmos vencê-la está nos Casos de Sucesso. Experiências que obtiveram êxito com o uso de ferramentas como o Ning e Redes sociais são um bom caminho e, claro, tentando mostrar possibilidade de economia financeira, de pessoal além do ganho em tecnologia, aprendizado e tudo o mais.
Permalink Responder até Silvia Regina da Costa em 24 setembro 2009 at 14:40
Permalink Responder até Sisi em 24 setembro 2009 at 16:51
Concordo plenamente com Matheus. Conheci a primeira experiência de sucesso , ou inovadora como chamávamos à epoca, no século passado em 1983. Trabalhando no CEPAM, como jornalista da Revista Técnica Boletim do Interior, fui a " descobridora" da experiência do Município de Matão que havia implantado um sistema municipal de merenda escolar que serviu de modelo para o Programa Estadual de Merenda Escolar do Govrno Montoro. A matéria mudou a cara da Revista e fez surgir a Revista do Interior na qual a sessão "Banco de Ídéias" foi um sucesso total. Os municípios paulistas saíam da centralização da ditadura para governos democráticos e renovados( com bem menos "coronelismos") e criavam suas políticas, realmente públicas, que partiam da demanda das comunidades e "se" "autonomizavam" ( existe isso?) com base em suas próprias Leis Orgânicas, que são poderosas apesar de muitos não perceberem até hoje!
Sem aulas de Direito, mas a lei orgânica é o intrumento que pode realmente garantir ao Município tratar de todos assuntos de seu interesse ( não mais do malandro peculiar interesse cantado em prosa e verso em todas as constituições brasileiras até 1988). Mas, voltando, segui comprovando a importância da difusão( e não disseminação) de experiências exitosas ( e por que não não exitosas?) para a capacitação de gestores e investigando como isso pode ser feito. Anos e mestrado passados, acabei precisando de um doutorado como espaço para avançar nesse "formato pedagógico". Não me prolongo agora, mas "estudei" quase seis mil experiências do Banco de Dados do Programa Gestão Pública e Cidadnia da FGV-SP e garanto: são quase seis mil "lições" a serem apreendidas. Cabe a nós, que "enxergamos" assim, tocar o barco. As tecnologias são "nossa arma"....com certeza.
Permalink Responder até Silvia Regina da Costa em 25 setembro 2009 at 15:48
Concordo plenamente com Matheus. Conheci a primeira experiência de sucesso , ou inovadora como chamávamos à epoca, no século passado em 1983. Trabalhando no CEPAM, como jornalista da Revista Técnica Boletim do Interior, fui a " descobridora" da experiência do Município de Matão que havia implantado um sistema municipal de merenda escolar que serviu de modelo para o Programa Estadual de Merenda Escolar do Govrno Montoro. A matéria mudou a cara da Revista e fez surgir a Revista do Interior na qual a sessão "Banco de Ídéias" foi um sucesso total. Os municípios paulistas saíam da centralização da ditadura para governos democráticos e renovados( com bem menos "coronelismos") e criavam suas políticas, realmente públicas, que partiam da demanda das comunidades e "se" "autonomizavam" ( existe isso?) com base em suas próprias Leis Orgânicas, que são poderosas apesar de muitos não perceberem até hoje!
Sem aulas de Direito, mas a lei orgânica é o intrumento que pode realmente garantir ao Município tratar de todos assuntos de seu interesse ( não mais do malandro peculiar interesse cantado em prosa e verso em todas as constituições brasileiras até 1988).
Mas, voltando, segui comprovando a importância da difusão( e não disseminação) de experiências exitosas ( e por que não não exitosas?) para a capacitação de gestores e investigando como isso pode ser feito. Anos e mestrado passados, acabei precisando de um doutorado como espaço para avançar nesse "formato pedagógico". Não me prolongo agora, mas "estudei" quase seis mil experiências do Banco de Dados do Programa Gestão Pública e Cidadnia da FGV-SP e garanto: são quase seis mil "lições" a serem apreendidas. Cabe a nós, que "enxergamos" assim, tocar o barco. As tecnologias são "nossa arma"....com certeza.
Permalink Responder até Ricardo Kadouaki em 25 setembro 2009 at 19:56
Permalink Responder até Ricardo Kadouaki em 25 setembro 2009 at 20:01
Permalink Responder até Ricardo Kadouaki em 25 setembro 2009 at 20:04
Permalink Responder até Ricardo Kadouaki em 25 setembro 2009 at 20:06
Permalink Responder até Sisi em 25 setembro 2009 at 21:34
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