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Criado com intuito de troca de experiências entre Municipios que possuem ou desejam implantar este tipo de projeto

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Mariana Pedroso de Moraes Comentário de Mariana Pedroso de Moraes 13 horas atrás
Li as informações contidas neste grupo, mas ainda sou leiga no assunto. De qualquer forma estou realizando uma matéria sobre Economia solidária: desenvolvimento regional. Focada na região do Grande ABC, pesquisando e lendo descobri que em Diadema, Santo André e São Bernardo possuem este processo, mas continuo perdida. agradeço, se puderem me ajudar.
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:44
o SEBRAE tem sido parceiro na questão dos APLs
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:43
A Equipe da IPEPS está instalada no CPETR – Centro Público de Emprego Trabalho e Renda, na Avenida Artur de Queiroz, nº 720, Bairro Casa Branca, Santo André, onde dispõe de salas para atendimento aos empreendedores (as), salas para reuniões, salas de formação e equipamentos adequados para prestar assessoria aos grupos em processo de incubação, além dos seguintes equipamentos: CENES – Centro de Negócios de Economia Solidária SACADURA CABRAL e PRESTES MAIA e INCUBADORA SETORIAL TEXTIL-CONFECÇÃO – Rua Carijós, 882, Vila Alzira.
meu contato walter machado 4433-0365 atualmente estou na sec da saude como encarregado tecnico
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:41
se quiser conhecer posso te apresentar ao pessoal que trabalha com isso
Katrine Ap. Ribeiro de Oliveira Comentário de Katrine Ap. Ribeiro de Oliveira em 10 fevereiro 2010 às 7:40
Walter, bom dia! Pelo que li em seus comentários Santo André trabalha forte no desenvolvimento territorial, atra´ves da economia solidária.
Quais tipos de grupos que vocês atendem dentro da inclubaodra pública de economia popular?
Antecipadamente grata,
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:21
SENSIBILIZAÇÃO

São oficinas realizadas nos bairros da cidade, nos CPFPs – Centros Públicos de Formação Profissional, no CPETR – Centro Público de Emprego Trabalho e Renda, nas salas do MOVA – Movimento de Alfabetização e em outros pontos de concentração de pessoas. Estas oficinas têm por objetivo a divulgação da PMTES – Política Municipal de Trabalho e Economia Solidária da SDAR – Secretaria de Desenvolvimento e Ação Regional, da Prefeitura Municipal de Santo André.

Nas oficinas são exibidos vídeos sobre economia solidária, são distribuídos folders da SDAR e dos programas desenvolvidos na cidade de Santo André. O objetivo primeiro é despertar o interesse das pessoas pela economia solidária e fomentar a constituição de empreendimentos coletivos e individuais no âmbito da economia solidária.



PRÉ-INCUBAÇÃO

A Pré-incubação é uma fase preparatória ao processo de incubação de empreendimentos. Nesta fase, os componentes dos grupos selecionados para participarem da incubação têm a oportunidade de fortalecer os vínculos sociais estabelecidos e elaborar um pré-projeto de empreendimento. Neste período o grupo recebe formação em Economia Solidária e assessoria para a constituição do empreendimento, realização de análise da viabilidade econômica e social, levantamento das necessidades materiais, de qualificação profissional e elevação de escolaridade.

Os objetivos da pré-incubação são:

• Difundir a cultura autogestionátria;

• Realizar nivelamento conceitual sobre economia solidária e empreendimentos econômicos solidários;

• Elaborar estudo de viabilidade econômica e cooperativa dos empreendimentos;

• Identificar demandas de qualificação profissional, elevação de escolaridade, assistência e saúde do trabalhador.

Na fase de pré-incubação a IPEPS disponibiliza aos grupos: local e ambiente educacional para o desenvolvimento das atividades, oficinas de economia solidária e assessoria para a elaboração do pré-projeto do empreendimento.



INCUBAÇÃO

É uma linha de ação para fomento e apoio ao desenvolvimento das iniciativas sócio-econômicas de trabalhadores que buscam no empreendedorismo, no associativismo, na autogestão, no cooperativismo e na organização em redes solidárias, construir relações sociais menos desiguais, que tem como ações: a formação em economia solidária e autogestão, qualificação profissional, formação para empreendimentos, desenvolvimento tecnológico para elaboração e implantação de planos de negócios, além de assessoria nas áreas financeira, administrativa, gerencial, tecnológica, jurídica e contábil.
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:20
ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS – APLS

Arranjos Produtivos Locais (APLs) são aglomerações de empresas localizadas em um mesmo território que apresentam especialização produtiva, ou seja que atuam em torno de uma atividade principal, e que mantêm vínculos de interação, cooperação e aprendizagem entre si e com governos, associações empresariais, sindicatos e instituições de crédito, ensino e pesquisa, entre outras entidades. O Arranjo Produtivo Local do Grande ABC (APL) é um projeto da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC que conta com o apoio técnico e financeiro do Sebrae-SP. Seu objetivo é capacitar e estimular o crescimento de médias, pequenas e microempresas dos setores de autopeças, ferramentaria e plásticos, instaladas nos sete municípios do Grande ABC (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra).O APL fornece todo o apoio necessário para tornar essas empresas competitivas e aptas para ganhar mercado, exportar, gerar novos empregos, aumentar a qualidade de seus produtos e serviços e ampliar a produtividade e lucratividade, incentivando ainda a atuação coletiva e as ações conjuntas desses três grupos. Para tanto conta com uma equipe de consultores especializados em administração, planejamento, comunicação e produção industrial, além de parcerias com universidades de ponta na área tecnológica e instituições públicas de crédito e desenvolvimento.


ARRANJOS PRODUTIVOS SETORIAIS – APSs

O Arranjo Produtivo Solidário - APS tem como objetivo suprir os empreendimentos que o constituem de suas carências. Entre elas, podemos citar o aporte tecnológico, a organização do processo produtivo, a diminuição de custos, a busca de novos mercados e o conhecimento do mercado no qual se pretende atuar, além de estratégias de marketing e de relacionamento com seus clientes para assim alcançar padrões de excelência. Para que o processo seja solidário e participativo se faz necessária a produção conjunta de um plano de trabalho que considere as várias dimensões e desafios posto e que possa aglutinar vários agentes do setor. Assim, podemos entender APS como articulações entre diferentes empreendimentos de um dado setor da economia. Atualmente estamos fomentando um APS da construção civil e outro do setor têxtil/confecção. Estas articulações têm por objetivos:

• Objetivo Geral: Criar um ambiente favorável ao desenvolvimento de atividades produtivas e de serviços no setor Têxtil-Confecção.

• Objetivos Específicos:– Implantar um projeto articulado de desenvolvimento de um Arranjo Produtivo Solidário Têxtil-Confecção; – Promover uma Rede de Empreendimentos Solidários neste segmento.


REDES LOCAIS

São articulações entre indivíduos ou empreendimentos coletivos que se relacionam entre si ou com a comunidade em que estão inseridos, em determinado local. As redes tanto podem ser constituídas espontaneamente, a partir da busca de soluções para necessidades comuns, como podem ser induzidas por outros organismos como governos, agencias de desenvolvimento e outras entidades de fomento.

REDE DE GESTORES

É uma articulação de gestores e gestoras de políticas de economia solidária de Prefeituras e Governos Estaduais da qual participam gestores indicados pelos órgãos públicos municipais e estaduais que desenvolvem políticas de economia solidária. A rede existe para proporcionar intercâmbio, interlocução, interação, sistematização, proposição de políticas públicas governamentais e realização de projetos comuns para o fomento e desenvolvimento da economia solidária. A rede de gestores busca qualificar a proposição e ações desenvolvidas a partir dos órgãos de governo para o segmento da Economia Solidária.A rede tem os seguintes objetivos:
Elaborar uma agenda comum para a ampliação, consolidação e institucionalização de políticas públicas de economia solidária, vinculadas às estratégias de desenvolvimento sustentável;

Promover a articulação com outros atores da economia solidária com vistas a fortalecer um espaço comum para a discussão de políticas públicas neste campo e para fortalecer a organização e participação social deste segmento;

Interlocução entre as esferas de governo (municipal, estadual e federal) pela integração de estratégias, programas e instrumentos que possam estruturar e consolidar as políticas públicas de economia solidária.

Proporcionar formação de gestores públicos em economia solidária e para a ampliação do espaço desta nos programas de governo e nas estruturas administrativas do Estado brasileiro, nas suas diferentes esferas.

Trabalhar pela organização de redes e cadeias produtivas entre empreendimentos da economia solidária.

Contatos com a rede:
E-mail: rede_gestores@yahoo.com.br
Telefone: (11) 4433-0490


AMPROTEC

A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (ANPROTEC) é uma entidade sem fins lucrativos formalizada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Fundada em 30 de outubro de 1987, que tem o papel de criar mecanismos de apoio às Incubadoras de Empresas, Parques Tecnológicos, Pólos, Tecnópoles e outras Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. Sua missão é agregar, representar e defender os interesses das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores - notadamente as gestoras de Incubadoras, Parques, Pólos e Tecnópoles, fortalecendo estes modelos como instrumentos para o desenvolvimento sustentado do Brasil, objetivando a criação e fortalecimento de empresas baseadas em conhecimento e para isso, busca posicionar as Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores - em especial Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos - como plataformas estratégicas e operacionais dos agentes de fomento e das entidades responsáveis por ações de desenvolvimento econômico, social e cultural do Brasil, atuando no segmento do empreendedorismo inovador, por meio do apoio ao setor de Incubação de Empresas, Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos e pela capacitação de empreendedores e gestores do movimento nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas.
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:20
O QUE É A IPEPS – Incubadora Pública de Economia Popular e Solidária é um programa da Política Municipal de Trabalho e Economia Solidária, conduzida pelo DGTR - Departamento de Geração de Trabalho e Renda, que por sua vez integra a Política Municipal de Desenvolvimento Econômico, elaborada e executada pela Secretaria de Desenvolvimento e Ação Regional da Prefeitura Municipal de Santo André.


NOSSA HISTÓRIA: A IPEPS – Incubadora Pública de Economia Popular e Solidária é um programa da SDAR - Secretaria de Desenvolvimento e Ação Regional, integrante da PMTES – Política Municipal de Trabalho e Economia Solidária. Existe desde 1999, quando foi criada com a denominação de Incubadora de Cooperativas Populares de Santo André. Na época era um programa voltado para a organização e fortalecimento de cooperativas de trabalho e/ou de produção no município e tinha como objetivos fomentar a criação de grupos de cooperados e fornecer assessoria para cooperativas populares. Participaram da criação da cooperativa os seguintes as seguintes entidades parceiras:

- FUNDAÇÃO UNITRABALHO a quem coube assessorar a equipe no planejamento das ações, qualificar os técnicos e promover a integração da Incubadora a outros centros acadêmicos.

- UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro que atuou no acompanhamento da seleção dos candidatos, no treinamento da equipe de técnicos, estagiários e do gerente do programa, no desenvolvimento e repasse da metodologia de trabalho para formação de cooperativas.

- UFSCar – Universidade Federal de São Carlos que atuou na transferência de tecnologia de produção, através da cessão de engenheiros de produção para atuarem no projeto.

- FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ cuja participação consistiu em sediar, montar e manter a Incubadora de Cooperativas Populares, realizar a contratação e manutenção da equipe de trabalho (técnicos, estagiários e gerente), além da montagem e manutenção das instalações físicas.

A partir do ano 2000 as atividades de incubação foram realizadas pela UNISOL, União e Solidariedade das Cooperativas do Estado de São Paulo, que assumiu as tarefas de contratação da equipe e assessoria aos grupos incubados, prestando serviços de constituição, treinamento, implantação e apoio do funcionamento de cooperativas populares e de autogestão. Em 2003 as atividades de incubação passaram a ser realizadas pela OSCIP Politeuo – Rede de Economia Solidária, que também era responsável pelo PEP – Programa Empreendedor Popular.

No ano de 2005 a incubadora foi reestruturada e passou a se chamar IPEPS – Incubadora Pública de Economia Popular e Solidária, englobando o atendimento a empreendimentos coletivos (cooperativas) e individuais. Nesta época foi realizado o primeiro concurso de OSCIPs para a operacionalização da incubadora, cujas atividades foram ampliadas e a entidade vencedora do concurso, a OSCIP Integra, assumiu o compromisso de realizar a incubação de empreendimentos econômicos solidários, apoiar e assessorar estratégias de comercialização dos empreendimentos econômicos solidários de Santo André e constituir redes e/ou arranjos produtivos solidários, no âmbito da Política Pública de Trabalho e Economia Solidária da Prefeitura de Santo André. Em 2007 a incubadora passou a integrar o CPETR – Centro Público de Emprego Trabalho e Renda, equipamento da Prefeitura responsável pela operacionalização da Política Pública de Trabalho e Economia Solidária. Em oito anos de existência, A IPEPS já atendeu a aproximadamente 35 grupos de cooperados e centenas de empreendimentos individuais.

MISSÃO:

A incubadora pública tem por missão promover a economia popular e solidária como estratégia de desenvolvimento socioeconômico sustentável para a cidade, apoiando e expandindo as experiências de êxito neste campo, surgidas das resistências e lutas sociais contra o desemprego e a pobreza.

LOCALIZAÇÃO:

A Equipe da IPEPS está instalada no CPETR – Centro Público de Emprego Trabalho e Renda, na Avenida Artur de Queiroz, nº 720, Bairro Casa Branca, Santo André, onde dispõe de salas para atendimento aos empreendedores (as), salas para reuniões, salas de formação e equipamentos adequados para prestar assessoria aos grupos em processo de incubação, além dos seguintes equipamentos: CENES – Centro de Negócios de Economia Solidária SACADURA CABRAL e PRESTES MAIA e INCUBADORA SETORIAL TEXTIL-CONFECÇÃO – Rua Carijós, 882, Vila Alzira.

LINHAS DE AÇÃO

• Formação de Agentes Públicos e comunitários de desenvolvimento local e Economia Solidária;

• Incubação de Empreendimentos Econômicos e Solidários incluindo entre outros aspectos, formação em economia solidária e autogestão, qualificação profissional, desenvolvimento tecnológico, assessoria para elaboração e implantação de planos de negócios, formação para gestão de empreendimentos e negócios, cessão temporária de espaços e oficinas de produção;

• Suporte continuado e permanente aos empreendedores e empreendimentos via Portal de Negócios da Economia Popular e Solidária;

• Fomento à constituição de Arranjos Produtivos Setoriais Solidários, às redes territoriais e de segmentos e às Cadeias Produtivas Solidárias;

• Articulação com Banco do Povo Crédito Solidário, para facilitar o acesso ao Crédito pelos empreendedores;

• Apoio à Comercialização dos Produtos e serviços da Economia Popular Solidária via Centro de Negócios e Serviços, viabilização de compras públicas de produtos e serviços dos empreendimentos incubados e a criação de um sistema de comércio justo e solidário local;

• Estímulo à organização social e a participação pelos trabalhadores dos empreendimentos em fóruns, redes, associações e espaços públicos de formulação e elaboração das políticas para a Economia Solidária.

BENEFICIÁRIOS

A IPEPS presta seus serviços prioritariamente nas regiões e comunidades com maiores índices de pobreza e exclusão social e aos cidadãos e cidadãs desempregados (as) e trabalhadores (as) que já estão organizados nas formas da Economia Popular e Solidária na cidade de Santo André.
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:19
FORUNS
FFOMTES - Fórum Municipal de Trabalho e Economia Solidária
É um espaço permanente de diálogo, onde são articuladas iniciativas governamentais e não governamentais com vistas a melhores resultados no combate às desigualdades sociais e na promoção do trabalho decente e da economia soldaria no município de Santo André. No FOMTES, os participantes exercem o acompanhamento das políticas públicas de economia popular solidária, utilizam o espaço para promover a troca de saberes entre os diferentes grupos e empreendedores individuais, realizam atividades de formação e fomento ao apoio técnico para o desenvolvimento da Economia Popular Solidária, além de mobilizar os diferentes atores envolvidos na política de economia solidária.

Fórum ABC


Fórum Estadual


FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária
O FBES é hoje a instância nacional de articulação, debates, elaboração de estratégias e mobilização do movimento de Economia Solidária no Brasil. O FBES representa também o movimento de Economia Solidária frente ao poder público (nas esferas federal, estadual e municipal através da sua Coordenação Nacional e dos Fóruns Estaduais e Municipais) e frente a entidades, redes e articulações nacionais e internacionais. O FBES estrutura-se de forma a garantir a articulação entre três segmentos do movimento de Economia Solidária: empreendimentos solidários, entidades de assessoria e fomento, e gestores públicos.

Os empreendimentos solidários caracterizam-se por se basearem nos princípios e valores expressos na Carta de Princípios da Economia Solidária, dos quais se destacam o exercício da autogestão na sua organização interna e o fato de serem supra-familiares com caráter de atividade econômica.

Vale citar aqui algumas formas de manifestação da Economia Solidária, para se perceber a riqueza e diversidade do segmento de empreendimentos solidários: cooperativas, associações populares e grupos informais (de produção, de serviços, de consumo, de comercialização e de crédito solidário, nos âmbitos rural urbano); empresas recuperadas de autogestão (antigas empresas capitalistas falidas recuperadas pelos/as trabalhadores/as); agricultores familiares; fundos solidários e rotativos de crédito; bancos comunitários; clubes e grupos de trocas solidárias (com ou sem o uso de moeda social, ou moeda comunitária); redes e articulações de comercialização e de cadeias produtivas solidárias; lojas de comércio justo; agências de turismo solidário; entre outras.

Para nortear as ações do FBES, existem e estão permanentemente em construção a Carta de Princípios da Economia Solidária e a Plataforma da Economia Solidária. Enquanto a Carta de Princípios fornece elementos de fundamentação para o movimento, a Plataforma apresenta as principais metas que devem ser alcançadas, além de servir como documento para subsidiar a interlocução junto ao poder público e outros movimentos sociais.

Os eixos de ação do FBES (detalhados na Plataforma) são sete:
1) Organização Social do Movimento de Economia Solidária;
2) Redes de Produção, Comercialização e Consumo;
3) Finanças Solidárias;
4) Marco Legal;
5) Educação;
6) Comunicação;
7) Democratização do Conhecimento e Tecnologia.
Para acessar o site do FBES clique aqui www.fbes.org.br
Walter Machado Comentário de Walter Machado em 10 fevereiro 2010 às 7:19
Geração de Trabalho e Renda

Política Municipal de Trabalho e Economia Solidária

O Governo Municipal de Santo André estabeleceu como missão de sua política neste campo promover o direito ao trabalho, o trabalho decente (na acepção da OIT/ONU) e a economia solidária como forma de contribuir para diminuir as desigualdades sociais e melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos e cidadãs.

Há ações consolidadas, em andamento e em fase de implantação que têm por base três eixos estratégicos com oito linhas de ação:




EIXO ESTRATÉGICO
LINHA DE AÇÃO



Promoção e Fortalecimento da Organização e da Participação Social


Estímulo à organização social nas formas da economia popular e solidária (empreendimentos econômicos solidários, associativismo, empreendimentos familiares / individuais, redes solidárias e outros).

Criação e fortalecimento de espaços públicos para o planejamento, monitoramento e avaliação da política.



Promoção do Trabalho, Emprego e Desenvolvimento da Economia Popular e Solidária.
Articulação a partir das cadeias produtivas instaladas para que essas tanto possam gerar mais empregos como abrir espaço para o trabalho autônomo e novas empresas e empreendimentos de trabalhadores sob a forma da autogestão e da economia solidária.

Fomento às estratégias territoriais e setoriais de desenvolvimento socioeconômico com base na economia popular e solidária e na autogestão.

Fomento ao trabalho assalariado.

Fomento ao trabalho autônomo.

Ampliação da Institucionalização da Política Pública de Trabalho e Economia Popular e Solidária
Proposição de legislação adequada.

Implantação de sistema de indicadores, planejamento, monitoramento, avaliação e comunicação da política.
 

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