O objetivo deste grupo é contribuir para a prevenção, recuperação e fortalecimento dos municípios diante de crises, reduzindo riscos e conseqüências de desastres, naturais ou humanos.
Site: http://www.redecim.com.br/group/gestaodecriseseresilienciamunicipal
Cidade: São Paulo
Membros: 13
Última atividade: 5 Abr
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Decreto Estadual amplia o objeto dos convênios celebrados entre Mun...: Além do recurso para realização das obras de Defesa Civil, o apoio para o estudo e elaboração de projetos técnicos, mapeamento das áreas de risco.
Comentário de Equipe CIM em 4 novembro 2011 às 9:04 A capacitação dos agentes de defesa civil é fundamental para que as comunidades sejam atuantes na própria defesa e possam agir preventivamente. A identificação das ameaças previne riscos e minimiza desastres nos municípios. Ainda que os acidentes aconteçam, os órgãos responsáveis com a participação e o envolvimento dos cidadãos podem reagir com rapidez, eficiência e eficácia, se preparados.
O Governo federal oferece dois programas de capacitação para os municípios: Programa de Prevenção e Preparação para Emergência e Desastres – PP...
Excelente sua postagem, Elizabeth. Os dados apresentados são realmente aterrorizantes pois as futuras catástrofes relacionadas a chuvas causarão inúmeras vítimas. Mesmo que fossem instalados equipamentos de alerta em todas as regiões de risco apontadas não conseguiríamos resultados satisfatórios de prevenção de catástrofes pois faltam planos de emergências (que funcionem realmente) em todos os municípios brasileiros. Tecnologia é apenas uma parte na prevenção e minimização de catástofes; é preciso considerar também as políticas de gestão de crises, treinamento de pessoal, disponibilização de intalações e equipamentos e, principalmente, liderança profissional, séria e comprometida com o bem da população.
Abraços!
Vocês viram esses dados?Apenas 3,4% dos municípios vulneráveis a deslizamentos têm estudo geológic....
Que medo!!!
O projeto Alerta 199 é uma contribuição para tornar a Defesa Civil brasileira mais preparada para prevenir tragédias e para articular as informações necessárias para a tomada de decisão em momentos de emergência. O uso das redes socias (Twitter, Orkut, Facebook e Youtube) na comunicação de riscos e de emergências e no gerenciamento dos desastres é muito eficaz. A população pode participar em tempo real, trocando informações sobre situações de emergências, estado de calamidade pública e alerta para situações de risco pelo site http://www.alerta199.com.br
Comentário de Wladimir Fernandes de Rezende em 13 junho 2011 às 17:30 No Brasil, os órgãos públicos de socorro, como Corpo de Bombeiros, Polícias Civil e Militar, quanto às medidas para assegurar a proteção e a segurança das pessoas com deficiência que se encontram em situações de risco, utilizam o Protocolo da Cruz Vermelha como sendo o documento base de seus atendimentos, o que chama a atenção para a importância da ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que fornecerá orientação e diretrizes às situações que envolvam pessoas com deficiência.
Cumpre lembrar que cabe à Política Nacional de Defesa Civil de cada Estado promover a integração entre as demais políticas nacionais, especialmente as políticas de desenvolvimento social, econômico e de proteção ambiental, o implemento de programas de mudança cultural e treinamento de voluntários objetivando o engajamento de comunidades participativas, informadas, preparadas e conscientes de seus direitos e deveres relativos à segurança comunitária contra desastres.
Infelizmente o que acontece é que em momentos de tragédias as pessoas com deficiência são deixadas de lado e entregues a sua própria sorte.
Abraços a todos.
Ari, você tem toda razão em seus comentários. O termo "resiliência" tem uso bastante genérico, tendo sua origem na Psicologia mas é bastante utilizado hoje nas mais diferentes áreas, como por exemplo em Administração (pública e privada) e Ambientalismo. Significa, essencialmente, a capacidade de enfrentar as dificuldades, recuperando-se das perdas sofridas e fortalecendo-se em níveis mais elevados. Na área de gestão de crises municipais significa recuperar-se das perdas causadas pelos desastres e construir comunidades mais fortes em termos políticos, econômicos, sociais, tecnológicos, ambientais, etc.
Agradeço muito por sua participação e a acho muito oportuna para colocarmos em discussão outro tema importante: a segurança das pessoas com deficiencias nas situações de desastres. Dentre os diversos planos de emergência conheço, raros são aqueles que contemplam as pessoas com deficiências em seu contexto de segurança.
Também é lamentável observar em seu comentário uma outra triste realidade nacional: gestores públicos despreparados para administrar crises. Se na cidade de São Paulo, com todos os seus recursos, encontramos essa situação, imagine em municípios menores.
Aproveito para convidar os participantes do grupo a visitarem o blog do Ari (www.arivieiracet.blogspot.com), onde são tratados assuntos de inclusão de pessoas com deficiência nas atividades sociais e segurança no trânsito.
Abraços a todos os participantes do grupo e conto com a participação de vocês.
Milton, creio que o conceito de resiliência na questão da gestão pública não fica distante da definição generalizada. O ocorre é que em alguns munícipios seus gestores são melhor preparados para enfrentar determinada situação; e, não apenas isso: a resiliência na questão pública está diretamente relacionada a sua infraestrutura existente aliada a sua política de prevenção. Em São Paulo, por exemplo, ano após anos observamos as tragédias provocadas pelas chuvas e o despreparo da cidade somado a ausência de política preventivas potencializam a gravidade da situação.
Abraços a todos
Caro Wladimir: É bom saber que já há desenvolvimento de ferramentas aplicáveis a situações de crises ou desastres no Brasil. Gostaria muito de conhecer o seu trabalho. Acredito que também seja interessante aos demais participantes do grupo, principalmente para aqueles que atuam junto à Defesa Civil. A idéia de um encontro (mesmo virtual) seria bem interessante. Espero que os demais participantes apresentem sugestões nesse sentido, para que possamos conhecer seu projeto.
Abraços a todos e, se conhecerem projetos semelhantes, informem.
Milton
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